
Passado o tumulto das primeiras semanas, essa é a fase em que o bebê começa a criar uma rotina, que deve ser preservada pelos pais, para garantir a tranquilidade do filho.
Passeios de manhã (entre 9 e 11 horas) e à tarde (depois das 16h30) para tomar sol.
O horário do banho, das mamadas, das sonecas (manhã e tarde), o momento de brincar e o "boa noite" no quarto dele, com a luz apagada, devem seguir mais ou menos os mesmos horários.
Isso vai deixar o bebê seguro – ele saberá que essas tarefas se repetem e fazem parte do seu dia-a-dia.
É normal, nessa fase, que o bebê faça menos cocô.
Isso porque há um aumento da absorção intestinal, um preparo para a ingestão de alimentos sólidos.
Ele também baba demais nessa fase, e nem sempre é por causa dos dentinhos que vão nascer mais para frente.
O que acontece é que o bebê ainda não consegue deglutir toda a saliva produzida, que aumenta a partir dos três meses de idade, provocada pelo desenvolvimento neurológico e bucal.
Com o final da licença-maternidade, muitas mães voltam ao trabalho e optam por deixar os filhos no berçário.
Por isso, muitos bebês podem passar por uma fase que alguns médicos chamam de "berçarite", fenômeno que ocorre com crianças pequenas que convivem juntas quatro ou mais horas por dia, o que leva a uma frequência maior de infecções e doenças em geral.
Isso acontece pelo convívio com outras crianças - e seus resfriados e gripes.
Com o tempo, seu bebê vai criar anticorpos e ficar mais imune ao contato com a maior parte desses microorganismos, mas é importante ter um esquema alternativo para ter com quem deixá-lo quando ele estiver doente – e você tiver que trabalhar.
Bebês e crianças doentes não devem ir ao berçário, para que tenham tempo de se recuperar antes de ter contato novamente com os amiguinhos resfriados e seus vírus.