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Você sabia?

Curiosidades

Conta de mãe.

Os médicos consideram bom que uma mulher engorde de 9 a 10 quilos durante a gestação. Normalmente, só com o parto, ela já perde quase a metade do que engordou. Basta fazer a conta: os bebês nascem, em média, com 3 quilos. Um quilo e meio sai do corpo com a placenta e o líquido amniótico. Tudo isso em um dia. Viu como vale a pena ficar de olho na balança durante a gravidez?

Tudo em dobro.

Filhos gêmeos, trabalho dobrado. Essa gravidez sempre requer mais cuidado: por parte da mãe e dos médicos. O maior problema é que eles nascem prematuramente, com todas as conseqüências que isso acarreta, como baixo peso e maiores chances de passar um tempo na UTI neonatal. Vencidas essas etapas, porém, uma coisa é certa: a alegria também será multiplicada.

Brincos para ela.

Alguns médicos preferem esperar um pouco para ter certeza de que o bebê está se desenvolvendo normalmente, mamando com tranqüilidade, crescendo conforme o previsto. Outros dizem que é melhor esperar a menina crescer e pedir. Por que criar uma possibilidade de inflamação ou abrir a porta para alergias? A opção é sua. Até os três meses a cartilagem ainda é mais flexível. Converse com o pediatra a respeito e só use brincos de ouro pequenos e simples, específicos para recém-nascidos.

Sexo? Não!

É normal não ter vontade de fazer sexo, mesmo depois que o médico já deu o sinal verde ao casal. A mãe, sobrecarregada com madrugadas em claro, a amamentação e as alterações hormonais, leva mais tempo para voltar a ter desejo depois que o filho nasce. Cabe ao casal fazer uma retomada gradual do sexo. O objetivo, no início, é recuperar a intimidade que, aos poucos, vai trazer o prazer de volta. Os dois devem se lembrar de que sexo não é só penetração.

Estatísticas de bebê.

No primeiro mês, seu filho vai consumir uma média de 180 fraldas (se você trocá-lo seis vezes por dia) e, de fato, você vai passar muitas horas com ele. Bebês costumam mamar cerca de 20 minutos em cada seio, a cada duas horas e meia no mínimo ou a cada quatro horas no máximo. Ou seja, você vai passar cerca de 140 horas amamentando no primeiro mês de vida do seu bebê.

Mães Adotivas.

Mães adotivas também passam por um período de grande preparação para a chegada do filho. A diferença é que essa gestação não tem prazo definido para terminar. Quem quer adotar precisa procurar o Juizado da Infância e da Juventude mais próximo para fazer um cadastro de pretendente a adoção. Ali, os pais recebem todas as informações necessárias à adoção legal. O mais importante, no entanto, é que o casal esteja de comum acordo na decisão. Conversar com quem já passou por essa situação também ajuda muito.

Preparar o seio para amamentar.

A questão é polêmica. Há quem diga que não é preciso fazer nada e quem defenda um cuidado intensivo com a região dos seios ainda durante a gravidez. Cada mulher reage de uma maneira à amamentação, e os problemas nos seios, quando ocorrem, costumam aparecer logo no início.

Regra de consumo infantil.

Uma preciosa dica pode fazer toda a diferença quando você compra produtos infantis: verifique se ele tem o selo do Inmetro. Isso vale para brinquedos, cadeirinhas de carro, banheiras de plástico, bóias de braço. O bom senso também ajuda muito: cadeirinhas e carrinhos não devem ter peças metálicas que entram em contato com a criança (podem provocar queimaduras, se expostas ao sol) e brinquedos não podem ter peças pequenas (respeite a indicação de faixa etária indicada pelo fabricante). Evite ao máximo o consumo de chupetas e mamadeiras.

Bicho faz bem.

São dúvidas que sempre pairam nas casas com animais de estimação: eles fazem mal às crianças, provocam alergia? Como via de regra, os benefícios são sempre maiores que os prejuízos, desde que tomados os cuidados de limpeza e higiene. Os bichos ensinam as crianças a serem mais solidárias, dão noções de responsabilidade e mostram o quanto cuidar do outro pode ser recompensador.

  O segundo é mais fácil...

E um pouco mais barato também – pelo menos no começo. Isso porque muitas mães guardam berço, carrinho, roupinhas, banheira, brinquedos. Em tempos de renda baixa, ou mesmo por uma questão de consumo consciente, a dica é reciclar. Que tal pintar o berço de outra cor? Trocar os puxadores da cômoda ou comprar uma capa nova para a cadeirinha do carro? É ou não é um bom argumento para você começar a pensar na idéia. Ah, sim, e o segundo filho é mais fácil, as mães garantem.